Já entrou em funcionamento, no serviço de recolha de resíduos, uma nova viatura de 7 metros cúbicos, para reforçar a recolha de resíduos indiferenciados, nos arruamentos sobretudo mais estreitos, e complementar a recolha seletiva, no Concelho.

Segundo o Presidente da Câmara Municipal, trata-se de uma viatura com múltiplas potencialidades e com capacidade, inclusive, para recolher biodegradáveis,  num investimento estimado em cerca de 90 mil euros.
Contudo, acrescentou José Leonardo Silva, o investimento no setor dos resíduos não deverá ficar por aqui. Por se tratar de um setor estruturante para a autarquia, o objetivo é tirar partido dos fundos comunitários disponíveis, através do PO2020, e adquirir, a breve trecho, uma nova viatura de 12 metros cúbicos, que permitirá contribuir para a modernizar da frota existente, naquele que será um investimento global na ordem dos 150 mil euros.
“Tratam-se de investimentos fundamentais para a melhoria das condições de salubridade da nossa ilha, que já é boa, mas ainda mais valorizado numa altura de combate e prevenção à Covid-19”, afirmou o Presidente da Câmara.
O autarca recordou que, nesta fase, foram alterados os circuitos e  metodologias de recolha de resíduos, bem como a periodicidade de desinfeção de equipamentos” e que, “numa altura em que o recomendado é ficar em casa, há profissões que não podem parar, até porque em causa está a saúde e o bem estar das pessoas”.
“A recolha de resíduos é fundamental até porque em causa estão questões higiénico-sanitárias e o nosso pessoal tem feito esse trabalho com muito empenho, o que ressalvo”, acrescentou.
Neste momento toda a recolha de resíduos no concelho da Horta é feita com uma atenção redobrada, nomeadamente no que às condições de segurança dizem respeito, “foram criados 4 novos circuitos de recolha, cada uma das viaturas está equipada com kits de desinfeção e fizemos uma maior sensibilização para que os nossos colaboradores cumpram todas as indicações. Aumentámos a frequência de higienização das viaturas de recolha, dos contentores indiferenciados e dos ecopontos, dando especial atenção aos locais de contacto com os utilizadores, nomeadamente a pegas e tampas, recorrendo, para o efeito, ao uso de desinfetantes.”
A CMH promoveu, entretanto, diversas ações de sensibilização e  formação junto dos seus colaboradores, no sentido de ajustar estratégias que visem a promoção da segurança de cada um.
José Leonardo Silva apelou ainda a que os Munícipes tenham um cuidado redobrado na hora de acondicionar e depositar, nos respetivos contentores, os resíduos produzidos e que evitem depositar monstros, uma vez que essa recolha se encontre suspensa, reservando, para mais tarde, a devida entrega.
CMH/Rádio Faial | Foto: CMH